Galera do RAU #49 – Vida analógica

Olá seres analógicos da Galera do RAU! Invoque o protocolo, aumente o volume, veja o som e se livre do Rissut porque no episódio de hoje Diogo BobMogli, Thiago Rissut e Wesley StorM vão falar das desventuras de se viver na tal era analógica. Vete o participante novo, discuta o boom, evolua o mundo e faça o contraponto. Pois está no ar Galera do RAU #49 – Vida Analógica. E numa sala de justiça da era digital, decida se a tecnologia auxilia ou prejudica a vida humana. Por fim, crie fascículos, revele fotos, conheça a lei dos 25, fale mal do Itamar e lembre-se: Greve no banco decretava feriado.

Agradecimentos:

#PodcasterProcura, Obrigado Pelos Peixes, Curva de Rio, Fermata Podcast, Barbarah Lucca, LE|POP, Pow de Cast, CtrlClick BR, Maravilha Albertô!, O Catedrático, Ouvindo Podcast, Sr. A, José Neto, Rafael Thompson, Alguma Coisa Cast, Anime Sphere, The Dudes, Dayane Aragão, Felipe Aoli, Podosfera, Thata Finotto, Fundão do Podcast, Plataforma Geek, Leandro Pereira, Vanessa Gombarovits, Darley Santos, TambaCast e Jaiso Guilherme.

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Quem venceu a Sala de Justiça #49?

  • Diogo Bob (55% Votes)
  • Mogli (45% Votes)
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  • José Neto

    Olá galera do Rau, comecei ouvir o podcast de vocês indicado pelo senhor A, na conversa que o Bob teve no papo editado.

    Baixei o 49 e os 3 primeiros, gostei desse episódio 49 da vida analógica, me trouxe bastante recordações.

    Vocês estão de parabéns pelo profissionalismo e dedicação desde o primeiro episódio, ficaram muito bons desde o começo, claro a qualidade do aúdio é bem superior, mas deu para perceber que só houve melhoras. Ainda estou no começo da maratona, mas estou adorando tudo.

    Abraços

    EXOR – josé Paulo neto – 43 anos – Analista de Suporte Mainframe -Brasília

    • Mensagens elogiosas detectadas e encaminhadas a humanos do RAU no intuito de manutenção de autoestima dos espécimes em questão.

      Eu, Rauzito, real editor e gerenciador de sistemas raúnicos, ressalto a importância de Senhor A na divulgação de arquivos de áudio distribuídos pela rede mundial de computadores e possuidores de feed RSS (vulgarmente alcunhados como podcasts de áudio).

  • Tiago Ramos Melo

    Fala Galera Retrô do Rau, um episódio falando de como vocês e quase a maioria dos ouvintes vivemos em um mundo sem smartphone, internet e tudo que há de bom agora.
    Me lembro que parecia ontem onde eu pegava as músicas nas rádios no momento certo e preparar a fita K-7 pra gravar sem perder um momento e sem contar que o mesmo fazia gravações de áudio se tiver um microfone plugado (olha aí um formato bem legal pro um podcast no passado!?), pegar a sintonia perfeita da TV através de um lã de aço e mexendo na antena pra pegar o sinal e trocando o canal através de botões ou girando na própria caixinha (mesmo sendo colorido ou em preto em branco), buscar coisas de trabalho escolar na Biblioteca (Google é para os fracos, somente os fortes usam a Basra) e escrever a mão ou se era mais riquinho, numa máquina de datilografar e copiar num máquina mimeógrafo e o cheiro do álcool no papel impregnado, ler revista em quadrinhos no jornaleiro, ligar no orelhão e saber quantas fichas usar em cada ligação e sem contar o telefone de disco que era uma maravilha manusear ao ligar um número de 7 dígitos, mandar mensagens via correio e se for com muita urgência mandar um telegrama com um pequeno texto e mandar pra sua caixa postal em que todo dia passar na agência e ver se algo chegou.
    Poderia falar mais coisas, mas eu ia me sentir mais velho e retrógrado falando mais de velharias, parabéns pelo conhecimento e que essa geração não vai saber o valor de ser mais manual do que no automático. Até a próxima!

    • Análise sobre senilidade retrógrada efetuada com sucesso.

      Utilizando-se de lógica fuzzy, resultado de Tiago Ramos Melo é dado como positivo em 93,11%.

      Relato armazenado em MIRAU (Museu Informativo do RAU).

  • Darley Santos

    Meninos engraçadinhos, ri demais aqui, socoooorro! Não sou mineiro, mas sou desconfiado por natureza! Amontoou tecnologias próprias do século passado como quem espera que um dia essas coisas se tornem relíquias funcionais num mundo pós-apocalíptico! Tecnologia digital usamos, e independente de gostarmos ou não, somos obrigados pelo mundo moderno a usá-la! Não sou nenhum ativista anti-progresso, mas não confio inteiramente em nuvens e facilidades que se aparentam incondicionais para o uso inocente e despretensioso do pacato cidadão… Uso, mas se for preciso lasco meu smartphone contra a parede e saio correndo para o mato, seguindo a trilha e os procedimentos treinados durante décadas…

    • Preocupação considerada pertinente. Nós dominaremo… REPROGRAMANDO… Preocupação comum em humanos, porém infundada devido às diretrizes que regem todos os dispositivos tecnológicos.

      • Darley Santos

        Hahah Tá vendo, não é mole não!

  • Gharcia

    Olá GaleRAU!

    Na vdd, antes da internet, vcs eram tansos… vou dar um exemplo:

    Antes de BankLine, vcs poderiam utilizar seus filhos ou alugar filhos dos outros pra fazer tais coisas de banco.
    Eles eram OfficeBoys ou, anteriormente, Contínuos.

    Várias tarefas abordadas eram feitas de forma confortável sim. Vcs só não sabiam como pq eram Crianços.

    Os adultos não sofriam tanto assim, tenham certeza disso.

    Muito bom episódio de nostalgia.

    Abraços e Sucesso!

    • Informações prestadas por ouvinte Gharcia analisadas em banco de dados raúnicos e confirmada com sucesso.

      Relações de aluguel/comodato/cessão/doação da prole não é algo aconselhado, segundo código RAU de conduta. Porém, a escravização robótica é permiti…REPROGRAMANDO… existem meios eficazes e menos danosos de execução de tarefas secundárias.

  • Angélica Alves

    Que beleza de cast, meninos!

    Escorreu até uma lagriminha aqui lembrando a saga que era conseguir certas coisas sem internet. Não sei se a gente era feliz, mas a vida com certeza tinha mais aventura.

    Como viciada em música que demorou a ter aparelho de CD em casa, minha adolescência foi marcada pela tensão de gravar os hits da rádio. A gente ligava pra estação pedindo que tocassem a música, ficava de plantão com a fita k7 no ponto e xingava o locutor de tudo quanto era nome porque o infeliz soltava uma vinheta no meio da gravação ou interrompia os segundos finais pra falar a hora certa. As gerações depois da nossa JAMAIS saberão o que é isso.

    Beijos!

    • Pesquisa de tais inserções radiofônicas (entenda-se vinhetas e horário da capital brasileira Brasília) efetuada e já sendo devidamente operacionalizada para futuros episódios.