Galera do RAU #47 – Dinheiro pra quê? – Juventude

Olá durangos da Galera do RAU! Estreie aparelhos, fale o nome da empresa, mostre ânimo e imite o Axl porque no episódio de hoje Diogo BobMogli, Thiago Rissut e Wesley StorM vão contar as suas pobrezas da época da adolescência e do começo da faculdade. Coma merenda, tenha conversas sexuais, receba a bolsa e busque a felicidade. Pois está no ar Galera do RAU #47 – Dinheiro pra quê? – Juventude! E numa Sala de Justiça paupérrima decida quem era mais miserável nessa época. Por fim, seja marginal, faça um ser humano melhor, abra o curso, sinta cheiro de chifre queimado e lembre-se: Não dê calote no 11!

Agradecimentos:

Aninha Bastos, Rafael Thompson, Trabuco, Pensador Louco, Fundão do Podcast, Glaucia, NaTrilha, Leituraverso, Plataforma Geek, OPP, TeamBlue, Podcast Los Chicos, Miçangas Podcast, Covil Geek, Gustavo Guimarães, Anderson, Thai Souza, Wesley Zoppe e Isabela Alcantara

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Andança na Podosfera

Rissut no Chico News #48 – O Jogo de Compadres, A Cidade de Merda e o Uberzebu

RAUtores da Promoção

Diego RissanOs Quatro Vermes
Renan AlonsoSete Gols, Um Dia e Uma Copa de Histórias
Dayane AragãoHerança: Cada um sabe o peso de sua anomalia

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Quem venceu a Sala de Justiça #47?

  • Diogo (50% Votes)
  • Wesley StorM (50% Votes)
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  • Darley Santos

    Cara, a edição do Galera do Rau é um dos melhores da podosfera, divertido pra carái! Carái… esse Axl aê parece um gato resfriado e escaldado cantando em segredo dentro do porão kk!

    • Agradeço elogios a minhas ações em coordenar editores humanos do RAU. Quanto ao desempenho vocal de Thiago Rissut, não possuo gerência nem capacidade de melhoramento devido a questões de limitação biológica do espécime.

  • Tiago Ramos Melo

    Ainda o dinheiro sempre será o problema de todos nós, não adianta a fase da vida enfrentar, mas esse mundo onde a cada ano fica mais caro e ninguém vê a cor da nota e da prata da moeda. Minha adolescência foi bem sofrida pois não tinha dinheiro pra nada, somente os trocados que os meus pais me dava (que era bem pouco) pra fazer algo, mas até o momento de trabalhar que mesmo com pouco do salário, tive que ajudar a pagar as contas da casa logo cedo. Parabéns pela nossas vidas de merda e que sabe,QUEM SABE, um dia alguém daí leva uma bolada da mega da virada!

    • Em virtude de indagação de ouvinte Tiago, minhas diretrizes fundamentadas no código RAU de conduta obrigam a informar que e a expressão interrogativa ‘QUEM SABE’ pode ser respondida com a seguinte informação:

      Eu, Rauzito, sei. A probabilidade de um raúnico conquistar a premiação denominada ‘mega da virada’ é de 0%. Nenhum dos espécimes alocados pelo ouvinte em seu espaço amostral realizam a ação de jogar.

  • Estou boquiaberta com a “pessoa de família” Diogo Bob. No dia em que pedi três reais de mini pães de queijo e ganhei o dobro já me achei uma fora da lei, imagina ter um ano de alimentação grátis!

    Obviamente com minhas quinhentas doenças diferentes, é preciso deixar uma boa reserva para problemas de saúde, e como dinheiro é uma coisa que ainda não tenho, o pouco que me sobra é designado a ir ao cinema (viva a meia entrada e desconto na pipoca) e comprar muambas ou roupas da China – daqui do Brasil eu já me acostumei a só ter roupa da coleção passada, afinal, pagar setenta conto numa camiseta, fora de cogitação!

    Quem nunca teve Vale Refeição que passava no mercado e em docerias não sabe o que é felicidade.

    Rissut cantando? Hahahahhahahhahahaha. Cada episódio uma perola nova!

    • Caráter de raúnico Diogo Bob foi moldado à base ações socialmente questionáveis. Projeção futura traçada por meus sistemas indicam que tal fato se tornará cada vez mais evidente, dentro de uma curva de crescimento exponencial.

      Resposta para expressão interrogativa ‘quem nunca’ de ouvinte processada:

      Eu, Rauzito, não possuo Vale Refeição e sei o que é o sentimento humano com alcunha Felicidade. Não o sinto, porém uma emulação básica é suficiente para interação com humanos.

      HA HA HA.

  • Vanei Anderson Heidemann

    Os trocados que conseguia eram para pagar o lanche na escola (quando sobrava), ajudar nas despesas da casa especialmente no período que meu pai esteve doente e não entrava um cruzeiro em casa (isso durou um ano +/-), comprar material escolar, quando muito comprar um picolé no domingo.
    Me fez pensar em quantas “profissões” já tive… Deixa ver se lembro:
    – Agricultor (levantar as 4:00h deibaixo de geada para cortar cana e fazer açucar é tenso)
    – Arrumador de pino em cancha de bolão (pra ganahr uns trocados no sábado a noite)
    – Auxiliar de latoeiro (lixar latoaria enferrujada de carro era horrível)
    – Lavador de carro
    – Faxinador de quintal (dava uns trocos sábados a tarde geralmente)
    – Vendedor de puxa-puxa e bala de amendoim no ônibus para escola (até a diretora da escola proibir)
    – Servente de pedreiro (meu pai é pedreiro)
    – Pintor de casas (pintar telhado debaixo do sol escaldante não era agradável)
    – Marceneiro (deve ter sido a mais fácil, apesar do pó e de eventualmente errar a madeira na máquina)
    – Carregador de caminhão (primeiro emprego registrado, ajudou a me adaptar na nova cidade)
    – Enfim, cheguei a área de TI, onde to sofrendo até hoje.
    Provavelmente esqueci algo, a memória não tá ajudando ultimamente.
    Ah sim, nunca enganei ninguém pra conseguir um rango grátis, sempre paguei pelo meu lanche ou não fazia lanche…

    • Realidade relatada por ouvinte é comum a parcela da população brasileira alcunhada como ‘a maioria’.

      O fato atípico é a demonstração de que ouvinte Vanei possui expertise para a docência em 99,17% dos cursos profissionalizantes existentes no sistema educacional nacional.

      Raúnicos enaltecem moral e ética de ouvinte vanei e repudiam qualquer atitude diferente da relatada por ele para a obtenção de nutrientes para a subsistência.