Galera do RAU #45 – Leitura, um hábito cabuloso!

Olá leitores da Galera do RAU! Escute podcast, seja leviano, indique a Galera do RAU e mande chupar porque no episódio de hoje  Diogo BobMogli e Thiago Rissut vão receber Lucien e AJ do portal “leitor cabuloso” para discutir o hábito de leitura. Exclua os textões, vista o manto, saia da bolha e fale o nome. Pois está no ar Galera do RAU #45 – Leitura, um hábito cabuloso! E numa sala de justiça literária decida qual é o melhor livro. Por fim, aprenda a consumir, volte para o assunto, aprecie a leitura, faça o Rissut feliz e lembre-se: Não a vale a ler
da revista “Observe”!

Agradecimentos:

Senhor A, Rodrigo Bamondes, Pensador Louco, Dayane Aragão, #humordobem, Café com Porrada, Mario Marcio Felix,José Castanhas Neto, O Catedrático, Danilo Pastor, Luiz H Vaz, Chiclete Radioativo, Miçangas Podcast, William Floyd, Rafael ThompsonCíntia Costa, Angélica Alves, André Luis Vasconcellos, Arthur Gabriel, Vitor Alencar, Juliano Teles, R. S. Junior e Jaison Guilherme

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Convidados do RAU

Onde Encontrar as Meninas do RAU

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Links Citados no Cast

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Livro: O Arquivo dos Sonhos Perdidos #01 – Capítulo 1

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Diego RissanOs Quatro Vermes
Renan AlonsoSete Gols, Um Dia e Uma Copa de Histórias
Dayane AragãoHerança: Cada um sabe o peso de sua anomalia

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Quem venceu a Sala de Justiça #45?

  • AJ Oliveira (74% Votes)
  • Lucien, O Bibliotecário (26% Votes)
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  • Diego Risan

    Obrigado pela divulgação do meu livro, rapaziada da Galera do Rau! Achei a iniciativa sinceramente FOD(COBRE)! Sempre acompanho os episódios, apesar de só ter mandado mensagem uma vez (escritor é complicado, acaba falando demais). Forte abraço a todos!

    • Elogios armazenados com sucesso para posterior utilização em elevação de auto-estima de humanos raúnicos.

      Contagem de mensagens de ouvinte Diego Risan atualizada: 2 mensagem(s).

  • Cristiana Bruno

    Eu gostei bastante do episodio. Mas , talvez por inocência , prefiro acreditar que sim, um leitor de biografia de youtuber pode no futuro ler algo melhor. Vi leitores da coleção “fala sério” partir para uma leitura de fantasia, e seguir lendo outros estilos. Se a criança romper a barreira do ler é chato, ela pode sim seguir lendo. Claro que não serão todas, mas talvez essa seja o único contato dela com a leitura. Quem hoje no Brasil escreve para adolescentes ?
    Eu comecei com Agatha Christie e segui lendo o que tinha nas bancas e sebos. Li muito Sabrina e hoje não suporto 50 tons de cinza e similares. Mas exercitei a criatividade imaginando como eram os cenários descritos nesses livros.
    Eu li pouco por recomendação da escola, nos anos 80 não me foi oferecido nada além do que o material didático. Ja na adolescencia tive uma professora que indicava Erico verissimo. Eu gostei bastante . A linguagem fácil, o humor e a criatividade pegou não só a mim, mas varios alunos. Acredito que falta isso, um professor que indique contos, que sejam mais próximo da realidade do aluno

    • Recomendações literárias consideradas válidas. Comentários sobre mensagem de ouvinte Cristiana Bruno efetuadas por Mogli, o raúnico lobo, em RAU de mensagens #46.

      Indicação de podcast Alguma Coisa Cast (ACC podcast), sobre Agatha Christie, efetuada por membro lupino, analisada e validada com sucesso.

  • Samir Reis

    Aeee galera aqui é Samir, 35, São Paulo – Empresário.

    Quem mal lê, mal escreve, mal fala e mal pensa! Tenho o terrível hábito de julgar pessoas pelo que elas lêem mas geralmente guardo pra mim para não arrumar confusão, acredito piamente que a leitura é parte integrante da formação intelectual e dá poder de julgamento (vide o filme V de Vingança onde cita várias passagens de livros famosos), pessoas que não lêem tem muito menos poder de argumentar qualquer coisa, mas é uma opinião particular.

    Obrigado por me apresentarem mais um cast para assinar. Quanto ao Episódio não tem como não comentar eu que mantenho a fun page Livreirando https://www.facebook.com/livreirando/?fref=ts onde faço resenhas dos livros que li. Gostei muito do tema e acho que dá pra abordar muita coisa no mundo dos livros.

    Particularmente li mais de mil livros ao longo da vida, leio em média 13 livros por ano, pois não tenho tempo pra ler mais. Aprendi a odiar a Bienal do Livro em SP esse ano, quando fizeram uma dupla cobrança em meu cartão e demoraram 3 meses pra resolver…mas o pior de tudo era ver que os livros de Blogueiras e Youtuberes vendem mais do que escritores com Pulitzer. A Bienal está longe de ser um bom evento literário nos dias de hoje.

    Para quem gosta de evento literário recomendo em São Paulo a feira do Livro da USP que rola uma vez por ano. Para comprar indico Estante Virtual e para livros novos os site Cia dos Livros e Amazon.

    Agora precisamos chegar a uma definição do conceito livro: Livro de Colorir é Livro? Gibi é Livro?Já discuti com amigos sobre isso pois não da pra engolir as estatísticas de leitura do Brasileiro, não só da Veja mas de vários outros canais de comunicação.

    O cast foi ótimo e gostaria de mais assuntos ligados a literatura…tipo literatura matemática.

    Abs

    Samir

    • Todo conteúdo de comentário de ouvinte Samir possui relevância 1411,13% mais relevante do que as fornecidas por Diogo Bob, Mogli e Thiago Rissut no episódio.

      Podcast intitulado Cabulosocast é recomendado também por meus algoritmos.

  • Que sala da justiça perfeita! Tudo o que pude imaginar foi A.J. e Lucien vestidos em cosplays do Umberto Eco, atirando tomos etruscos violentamente na cara um do outro! Gore não define! 8)

    • Construção de cenário 100% condizente com o fato registrado em áudio em Sala de Justiça #45.

      Buscando significados populares de ‘tomos etruscos’ para que raúnicos humanos compreendam a totalidade do comentário.

  • Tiago Ramos Melo

    Salve galera do Rau!
    Confesso que não fui um leitor assíduo, digo isso que quando na época de escola sempre quando tinha trabalho pra fazer eu tive que recorrer a biblioteca (já que internet na época era pra poucos) e assim me conviver a buscar e ler algo, até que nas aulas de português muitos se arriscavam a ler um “O Cortiço”, “Dom Casmurro”, “Iracema” pelos longos textos (mais do que letras miúdas que castigavam os nossos olhares) e o fim que não terminava, até na literatura juvenil como a série “Os Karas” principalmente pela “Droga da Obediência” que era leitura obrigatória e sem contar que tinha prova e fazer um resuminho do que foi a história.
    Mas depois disso fui pegando o gosto de ler e pegar alguns livros desde livros de piadas a romances de Jô Soares, críticas de Stanislaw Ponte Preta e Luís Fernando Veríssimo, biografia do Steve Jobs, livros de auto ajuda e claro mangás e quadrinhos. Sei que é difícil criar um hábito direto de ler um livro por mês, por falta de tempo e até em certo momento perde o interesse pelo livro e assim fica criando peso de papel na sua estante.
    Adorei a discussão e principalmente pela sala de justiça onde tacaram livros na cara dos adversários e eles devorando que nem ratos de biblioteca. Até a próxima e vão ler alguma coisa. (esses comentários também)

    • Elogios sobre Sala de Justiça com nível de 92,11% de agressividade são compartilhados por demais ouvintes raúnicos.

      Perseverança de ouvinte em adquirir hábito de leitura armazenada para futuro uso em eventos procrastinadores de integrantes humanos do RAU.

  • Evaristo Ramos

    Excelente podcast e o Lucien é o cara.

    • Opinião analisada, validada e corroborada.

  • Yuri Motoyama

    Pessoal! Meus parabéns por mais um excelente episódio!
    Estava meio atrasado no feed, mas estou conseguindo vencer a fila de podcasts. Um ponto interessante que comentaram e eu percebo nas disciplinas que eu ministro aqui na facu. O nosso problema atual é o crescente número de analfabetos funcionais, ler eu até acredito que a população esteja lendo mais por conta das tecnologias móveis. Mas compreensão de texto…aí é outra coisa. Quando eu dou prova eu vejo que muitas vezes os alunos erram as questões por não saber nem sequer o que foi perguntado. Muitos alunos já perdem o foco e não tem capacidade de ler um enunciado e alternativas que passam de 10 linhas. E aí, mais um ponto para o sistema educacional brasileiro que está conseguindo alfabetizar as crianças e deixá-las não funcionais ao mesmo tempo…

    • Opiniões sobre analfabetismo funcional são condizentes com as transmitidas por Lucien, A.J., Diogo Bob, Mogli e Thiago Rissut (também conhecidos como participantes do episódio).

      Fila de episódios atrasados do RAU passará por monitoramento nível 10/10 em decorrência das confissões expostas por ouvinte Yuri Motoyama.

  • Eu juro que não consigo entender quem consegue viver sem gostar de ler, então sempre descubro o gosto das pessoas e as indico (dou o livro na mão da pessoa) um livro.

    Apesar de ser apaixonada por livros, sou do tipo que empresta numa boa (ameaçando de morte caso meu filhote volte machucado).

    Em casa eu já tinha incentivo de leitura. Meus pais compravam VHS com histórias infantis e depois me davam o livrinho. Também vivi cercada por histórias em quadrinhos, principalmente Turma da Mônica.

    Mas quando eu estava na primeira série do fundamental, a escola que eu estudava tinha um projeto de leitura, onde os alunos, toda segunda feira, ia na biblioteca e pegava um livro, que deveria ser lido em uma semana. Na metade da segunda série, eu já lia livros para terceira.

    Meu pai trabalhava longe e quando eu chegava em casa, da escola, minha mãe estava fazendo o jantar. Era o momento que eu e meu irmão tínhamos para ficar com meus pais. Nestes momentos, me sentava em um canto da cozinha com o livro que tinha pego na escola e o lia, as vezes em voz alta ou apenas comentando o que tinha acontecido naquela página.

    Na quinta série do fundamental eu mudei de escola e não havia programa de incentivo a leitura, meus pais estavam sem dinheiro para comprar livros e meu gosto foi congelando. No ensino médio tive que ler alguns clássicos como “Senhora”, de José de Alencar (Um de meus livros favoritos) e “Fogo Morto”. Li, também, “Auto da compadecida, “Brida”, mas foi por vontade própria e achei bem interessante.

    Na oitava série foi o período em que descobri as histórias feitas por fãs, conhecida como FanFics. Eu era apaixonada por lê-las e aos poucos fui percebendo que poderia fazer parte daquele mundo, desde que passasse a escrever meus próprios contos.

    Juntei com alguns amigos, criamos nossas histórias, colocávamos mais da metade da sala nos contos e aos poucos passamos a evoluir nossas escritas. Em meus amigos, o ato de criar FanFics e até mesmo nossos próprios mundos perdurou até o fim do ensino médio.

    Na faculdade me emprestaram “A culpa é das estrelas”, que li em vinte e quatro horas. Aquela velha chama que clamava por ler reascendeu em mim, li “O cortiço”, “Sargento de Milicias” e gastei, durante dois anos, todo o dinheiro que eu conseguia juntar, em livros de uma sebo que tinha perto da faculdade (Minha mãe ficava louca com quanto dinheiro eu gastava).

    Hoje, compro livros depois de avaliar bem o preço. A saga Harry Potter comprei por 72,00. A trilogia de cinco do Guia paguei vinte. Acho um absurdo pagar mais de trinta reais em um livro e a minha vontade de ler vai ter que ser maior do que minha necessidade para respirar até me convencer de comprar um livro por este valor.

    A Bienal do Livro de 2016 em SP foi brochante. A de 2014 me rendeu 15 livros por 100 mangos de réis, nunca fui tão feliz.

    Quadrinhos não são minhas prioridades, prefiro romances. Mangás são obras que prefiro em formato digital, mas os livros… ah, ninguém supera o perfume de um livro novinho…

    Quanto ao vício por escrever, digamos que se tornou meu melhor amigo, meu porto seguro e hobby.

  • Darley Santos

    A educação básica no Brasil está universalizada, isso é verdade, mas se em termos de quantidade a educação apresenta bons números, em termos de qualidade a história não é a mesma, bem pelo contrário. Esse é o cenário: temos uma totalidade de pessoas saindo da escola, em tese “formadas”, sem ser capazes de compreender o que está escrito num texto simples. Esse problema do analfabetismo funcional é um baita entrave para o desenvolvimento do país…
    Acredito que o contato com os grandes clássicos (como um Machado de Assis) deva ser incentivado, sim, desde a mais tenra idade, afinal de contas, uma leitura nunca é perdida, pelo menos não do ponto de vista cognitivo/mnemônico; e outra que, como alguém mesmo disse durante o cast, uma leitura aqui e agora gerará, ao longo do tempo, sucessivas e evolutivas significações e interpretações diferentes dessa mesma obra (coisa que acontece, grosso modo, com absolutamente tudo a nosso redor, neh).
    Criticam tanto a educação tradicional, mas que educação tiveram os grandes autores clássicos da literatura??? Estes alcançaram a excelência em seu ofício! E realmente acho um desserviço querer implantar métodos de ensino que pregam o relativismo cultural, pois é daí que surgem as consequências de se achar que o português mal “dizido” é apenas uma expressão sócio-cultural, e que enquanto tal não deve ser considerado errado; sim, isso existe… Mas admiro Paulo Freire pelo sentido mais sólido que ele conferiu à estratégia de contextualização na relação ensino-aprendizagem, viabilizando a emancipação do indivíduo a partir de sua própria realidade.

    • Ponto abordado armazenado e considerado com pertinência de 100% ao episódio. Vertente importante para mostrar pluralidade de soluções possíveis para que mais humanos entendam, em sua completude, as informações presentes neste meu comentário.