Galera do RAU #43 – Bela, Recatada e do RAU

Olá lacradorxs da Galera do RAU! Abra seu lugar de fala, esqueça a pauta, venha do Pará e não ache porque no episódio de hoje Sally Mustang, Patsy, Thay Souza e Thata Finotto, com a participação de Mogli vão falar sobre o machismo na sociedade. Denuncie a cultura de estupro, denuncie abusos, denuncie o machismo, denuncie. Pois está no ar Galera do RAU #43 – Bela, recatada e do RAU. E na sala de justiça, veremos que todxs podem ser vencedorxs. Por fim, não assedie, não julgue, não oprima, não submeta e lembre-se: Ela pode usar o que ela quiser.

Promoção: Infinity Turismo

Oferecimento Tour Cast

 

Agradecimentos:

Luiz H (Lote Piloto), Omegacast, Nerdópole, Dalton o Kbsa, ObrigadoPelosPeixes, Rafael Thompson, Sr. A, Dayane Aragão, José Castanhas Neto, Werther, Jean, Rafael de Paula, Alex Newman, Danilo HenriqueDarley Santos, Luiz Mendes, Samir, Tiago Ramos MeloLeandro Lopes PereiraAngélica AlvesGharciaFelipe Cordeiro, Wesley Zoppe, Xorume e Thais Bracho.

Links Referencia do Episódio

PQPCast #79 – Por que mulheres no Mercado de Trabalho?
PQPCast #108 – Por que objetificação prejudica a sociedade?
Por que ainda há machismo no mercado de trabalho?
Uma em cada 5 mulheres de até 18 anos já foi vítima de violência
Jovem vítima de abuso sexual recebe autorização para eutanásia
The True Story of the Gender Pay Gap
Meet the Woman Who Said Women Can’t Have It All: A New Freakonomics Radio Episode
Passageiros se recusam de voo pilotado por mulheres
Mansplaining

Onde Encontrar as Meninas do RAU

Patsy – PlataformaGeek
Sally Mustang – ACCTPMCast
Thay Souza – Cultura Nerd & Geek
Thata Finotto – PQPCast

Andança na Podosfera

StorM – Like Tour Cast #20 sobre viagens
Mogli – Papo Randomico 12,5 do Spherageek
Bob – StorM Drops #04
Bob – Na vinheta de abertura do 4×15

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  • Déborah Rodrigues

    Seu mulher é foda! Tenho um canal sobre sexo e tenho q excluir vários comentários asquerosos, me chamando de puta pra baixo, mesmo que os vídeos sejam educativos e não eróticos. Felizmente é a minoria, mas dá no saco. Meu canal é http://www.youtube.com/umcanalaitv

    • Leonardo Mogli

      Isso é chato
      Vi o seu canal por alto e achei engraçado e informativo
      Só pra constar, vi o das 5 dicas de site pornôs, confesso que senti falta do clássico pornhub
      Kkkkkkkkkkkk
      Espero que tenha curtido o episódio

      • Déborah Rodrigues

        Curti sim! Já participei do Miserável e Medíocre e Baixo frente soco.

        • Diogo Rodrigues

          Maneiro! No Miserável eu já participei também 🙂

        • Leonardo Mogli

          Que bom que curtiu, já ouvi falar dos dois, mas ainda tenho que ouvir

    • Isto é realmente horrível.
      Mulher tem que seguir padrão bíblia e ainda aguentar o povo enchendo o saco calada. Isto revolta!

    • Comentário citado por integrantes em RAU de mensagens de Galera do RAU #44 – Game is Money!

  • Luís Máximo

    Olá.
    Gostaria de saber a opinião das participantes sobre o armamento civil.

    • Futura pauta armazenada com sucesso.

  • Hello!

    Antes de deixar meu comentário, gostaria de agradecer por abordarem este tema. É algo que incomoda e deve ser conversado, dito, debatido, mencionado, abordado, até que enraíze nas pessoas a necessidade de não tratar um abuso ou a objetificação de um corpo um simples tabu, algo brega e clichê.

    Também quer parabenizar o episódio ótimo que foi lançado, ele não é algo com raiz em atrair pessoas, pois não é engraçado. Contudo, ele é especial e memorável, pois sempre há um momento em que devemos nos tornar adultos e passar a enxergar o que não queremos ver.

    A conversa com as meninas e a forma como explicaram o que é o termo “cultura do estupro” foi sensacional. Abordar sobre abusos em relacionamentos me lembrou de quando passei por um julgamento sobre algo que eu não queria fazer há um tempo, mas que já tinha feito com aquela pessoa e ela se achava no direito de dizer que eu era fresca.

    Eu já escrevi um texto sobre o quão medonho é o nosso (no caso das mulheres) guarda-roupa. Ou somos desleixadas ou estamos “querendo”. Nunca estamos buscando a simples sensação de nos olhar no espelho e sentir que, naquele dia em especial (mas que não necessariamente é uma data especial), estamos mais bonitas e nos dedicamos um tempo a mais para nós mesmas.

    Quesito balada: até mesmo em blocos de carnaval de rua, eu prefiro os alternativos. E gosto quando tem algum homem por perto pela simples sensação de segurança. Mas não é só o tipo de homem que encontro nestes eventos alternativos que me agradam, pois neles eu tenho a liberdade de ir com uma caça jeans folgada, tênis e camiseta e não receber um olhar de pena ou asco.

    Segurança: Moro em Guarulhos (carinhosamente chamo de Gruhell), onde não se tem nada para fazer como diversão. Como trabalho em São Paulo, minha vida profissional e minha diversão ficam quase exclusivas para esta cidade maravilhosa que nunca dorme. Isto quer dizer que se eu quiser voltar para casa, devo fazer antes que escureça, pois é menos inseguro.

    Sair à noite, para uma mulher, não tem o mesmo peso que para um homem hetero (tolo é aquele que acredita que homens gays se sentem realmente livres para andar por onde quiser e quando quiser). Conversando uma vez com uma amiga, comentei que um homem consegue sentir segurança de largar tudo de valor em casa e sair de noite ou madrugada para caminhar. Ele poderá ser abordado em um assalto, mas dificilmente passaria pelo medo de perder a dignidade.

    Não é o agressor que sente nojo do próprio corpo, é a vítima.

    Ainda achei que ficou faltando muita coisa para ser tratada no cast e acho justo e digno que as meninas voltem para ler os comentários e possam adicionar e discutir o tema enquanto os lêem. E apesar de preferir os temas engraçados, esporadicamente ter algo mais sério não faria mal algum, na minha opinião, ao podcast.

    Enquanto tivermos que ter uma delegacia especializada em mulheres, em homoafetivos, enquanto não conseguirmos nos ver como seres humanos que merecem respeito e necessitam ser respeitados, precisaremos de pessoas corajosas, como vocês foram, para tocar na ferida e bradar a voz que a maioria não quer escutar.

    OBS: Desculpe a nova tese de mestrado, não tenho capacidade de fazer textos curtos… Sofro no Twitter por isto…

    • Recorde de caracteres em um comentário mantido. Comentário lido por convidadas do RAU em Galera do RAU #44 – Game is Money!

  • Gharcia

    Olá! Que lindo esse episódio.
    Eu ia colocar minha opinião aqui mas lembrei que…

    ora poxas…

    eu não sofro machismo. Quem diria não?
    Eu apenas preciso ser um pouquinho menos machista e ninguém vai me cobrar.

    É tipo a pessoa ser menos babaca e PLIM! Como num passe de mágica menos pessoas vão achar aquela pessoa babaca.

    No mais, espero que um dia uma mulher possa tomar um picolé na rua sem estar acompanhada por um homem.

    Parabéns pela discussão e por abrir espaço para que elas possam falar sobre esse tema.

    • Comentário relevante e lido por convidadas do RAU em Galera do RAU #44 – Game is Money!

  • hey, recatados e do lar…jajá sai o drops com o Diogo O Bob…

    Stay Tune!

    • Diogo Rodrigues

      Meu filho número 1 ouviu e disse que está muito bom.

    • Marketing denominado ‘Jabá’ detectado com sucesso.

  • Esse é um dos problemas do mundo, a capacidade que as pessoas têm de forçar a segregação umas às outras para se sentirem superioras.

    Tantos grupos, tantas diferenças entre cada um, e essas porras desses humaninhos só pensam em se sobressair acima de outros, como se a chave para evolução fosse alcançada dessa maneira. Sempre foi assim com negros, ainda é assim com vários povos e etnias e culturas, ou escolhas pessoais, sexuais, o que for. Infelizmente, é assim com mulheres também.

    Resta continuar na luta para sobreviver nesse poço ruim e torcer para que isso mude de vez, um dia. Que seja logo. Todo o poder a vocês.

    Abração. 8)

    • Fatos citados em comentário estão presentes em análise realizada por convidadas em RAU de Mensagens #44.

  • Tiago Ramos Melo

    Cast interessante com as meninas da podosfera falando do lado delas e os problemas que a mulher sofre ainda nesse dias atuais. É uma pena que a sociedade (machista) ainda não evoluiu nesse quesito, mas a luta continua e claro elas tem os mesmos direitos.

    Parabéns pelas envolvidas (Mogli também viu) e sucesso pra todas, pena que não teve uma sala de justiça, mas foi óbvio que não teria por ser um tema bem polêmico. (pela primeira vez bugaram o Raulzito no jogo kkkk)

    • Comentário analisado em toda sua percepção, inclusive sobre membro lupino do RAU, em RAU de mensagens #44.

  • Darley Santos

    Uma das características das pessoas de hoje é desconhecerem a matriz ou a fonte ideológica de várias pautas que são discutidas por aê… Existe machismo? Existe. As mulheres deveriam lutar para terem direito aos mesmo salários em profissões que elas se sintam plenamente capazes de exercer? Com certeza, apoiadíssimo. Mas quando se começa defender, sem nem suspeitar dos pressupostos, ideologias que pregam coisas fora de seu contexto natural, então espalha-se a mentira e o engano. Pois sim, existe uma coisa chamada diferença de gênero que está dentro de um contexto de naturalidade! Homens e mulheres possuem tendência (eu disse tendência, não determinação, esta sim seria norma social) a certos tipos de trabalho, não é mera construção social não, e isso é uma coisa fundamental que a maioria das feministas são induzidas a negar. Por último essa ideia de “cultura do estupro”, que basicamente prega que todo homem seria um estuprador – sim, é exatamente isso, pois a matriz ideológica desse pensamento diz que vivemos ainda em uma construção social machista que busca inculcar no homem desde a mais tenra idade que ele é dono da mulher e pode fazer com ela o que bem entender, o que é impossível concordar! Existem homens desrespeitosos aos quais faltaram aula de educação afetiva e até de cidadania? Decerto, mas querer generalizar isso, é phoda!

    • Assertivas debatidas e analisadas por convidadas em RAU de mensagens de episódio Galera do RAU #44 – Game is Money!

  • Acabei de escutar o episódio, parabéns não só pelo programa, mas parabéns pela coragem de falar de um assunto que é tão mal recebido no geral, difícil falar não apenas sobre representativa de gênero no mundo de hoje, mas sim abordar o tema da cultura do estupro, existem muitas situações que me revoltam sobre isso, já briguei em balada com maluco cheirando cabelo de menina, sem conhecer o cara ou a menina, apenas pela situação, mulher tem ser o que ela quiser, não que os homens querem que elas pareçam ser, é realmente frustrante essa posição da sociedade.

    Sobre o mercado de trabalho, aqui na minha região, vejo muita a questão da igualdade de salários, porém não de vagas de trabalho, onde estou hoje, não existe mulheres, a desculpa não publica, é porque se contratar uma mulher tira o foco dos homens, isso é de uma babaquice suprema.

    Sobre mulheres cuidarem dos filhos, tenho duas crianças, quando minha mulher engravidou do primeiro filho, a nossa ideia era que eu saísse do meu emprego se fosse necessário, porque ela ganhava na época, duas vezes e meia a mais que eu, ela era diretora de uma escola, porem quando acabou a licença maternidade dela, ela foi dispensada, porque não teria tempo de dividir a casa e o emprego, ela era diretora de escola, trabalhava com crianças e a dona, sim uma mulher (não que se fosse um homem seria aceitável ou esperado, é apenas para frisar o quão esse preconceito é enraizado), deu essa desculpa.

    parabéns galera, gostei de mais do podcast, e parabéns a todas as meninas que participaram!

    • Congratulações encaminhadas à convidadas do RAU com sucesso. Analisada pertinência entre fato narrado por ouvinte e tema de Galera do RAU #43: mensuração quantificada em 100%.

  • Felipe Alves

    Escutando no dia 08/03/2017…
    Achei apropriado…

    • Diogo Rodrigues

      Totalmente pertinente!