Rissut Resmunga #04 – Seu lixo!

Brasileiro, professor, podcaster, indignado, resmungão… Este é Thiago Rissut. Então preparem-se para mais um episódio do “Rissut Resmunga”. E qual é o tema de hoje? Seu lixo! Aponte, critique, denuncie, resmungue… Aqui, os inconformados com a forma como alguns acéfalos, sem educação, tratam seu lixo, deixando sua imundice expalhada por ai, poluindo praias, florestas e cidades, poderão ouvir a opinião dura e sincera de Thiago Rissut. Portanto Galera, una-se ao nosso resmungão e venha também se indignar contra essa estupidez. Não aceitaremos que nossas praias sejam sujas, não nos calaremos frente a humanidade dando um tiro no pé. Não nos conformaremos com ilhas de plástico!

Link citado no episódio

Plastico no estomago das aves marinhas

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  • Tiago Ramos Melo

    Não é a toa que o ser mais difícil de ser compreendido é o ser humano, um complexo tão grande que em certas atitudes que podem salvar o planeta e a natureza ele faz o contrário e ainda tenta se concertar pra “fazer média” com a população mas na verdade somente fica nos panos. Como você falou, somente nós podemos fazer essa mudança….mas depende não só no eu, o coletivo tem que ser mais.

  • Fabio Massamitsu Murakami

    Acho muitos pensam q o Japão é o melhor país. Mas não se engane, anos atrás foi pego um carregamento de lixo hospitalar para as Filipinas. Sendo q o lixo para ser descartado aqui é bem mais caro e burocrático.
    Vendo por esse lado o Japão tem uma quantidade enorme de importação e com eles os descartes de resíduos é proporcional.
    Um simples exemplo q eu vivo é, o preço da costela bovina com ossos é o mesmo preço q uma picanha. Isso por causa do descarte do osso não ser fácil, e por causa do ossos pode dar polícia por outros motivos q não vem ao caso.
    Mas parabéns Rissut pelo tapa na cara da sociedade, pq é isso oque falta ultimamente.
    Abraços e Sayonara!

  • Thaís Martin

    Sobre as praias e os ensinamentos que se passam de pai pra filho, a alguns anos eu passo a virada do ano em praia, pra ver os fogos e tudo mais.. sempre reparei na grande quantidade de garrafas que ficam nas praias após a queima de fogos, mas esse ano eu fiquei mais triste do que nunca.
    Uma amiga que vai casar, está utilizando muitas coisas recicláveis para decoração da festa, dentre elas, garrafas de vidro. Após a queima de fogos, saímos pegando garrafas no meio da areia. Em nenhum momento pegamos as garrafas de dentro de lixo e mesmo assim, não chegamos a pegar nem metade do que víamos pela frente. Com lixeiras a menos de 2 metros do local onde estava, era raro ver alguém levando as garrafas até ela. Eu estava na praia de Santo, aqui de SP e mal conseguia ver a faixa de areia, mas infelizmente sei que isso não estava acontecendo apenas ao meu redor. É triste saber que não é a exceção e sim a regra esse tipo de comportamento e de perceber que por mais que nos tenhamos pego cerca de 30 garrafas e muitas outras levamos até a lixeira, que as pessoas em um dia de renovação, esperança e tudo mais, façam as mesmas coisas, deixando quem faz sua parte cada vez com menos esperança de melhora e cuidados com a natureza. Ai depois reclama que a praia no dia seguinte está imunda e que a prefeitura do local é incompetente, reclama q alaga a cidade toda quando chove porque os bueiros estão lotados de sujeira e prefeitura não limpa.. assim como a política, minhas esperanças de uma melhora nessa questão só diminuem, infelizmente.

  • Jorge Augusto

    Parabéns, Rissut. Tem razão quanto a tudo o que disse… Se todo brasileiro tivesse toda essa consciência que temos, o Brasil seria tão mais bonito…

    E agradeça à Thais Bracho lá do Los Chicos, porque se eu seguisse o feed, eu só veria esse episódio daqui a muito tempo (provavelmente 2 meses,porque eu seguiria o feed do RAU).

    Grande abraço a você e até o próximo comentário.

    • Thiago Rissut

      Grande Jorge!

      Valeu pelo retorno e por me fazer furar a fila.. hahah

      Espero que tenha gostado. E sim, bom seria se todos tivessem alguma consciência. Mas vamos fazendo o nosso e perturbando quem não faz. Já é um começo rsrs..

      Abração!

  • Darley Santos

    É, a verdade é que estamos bem longes de uma conscientização efetiva sobre os cuidados que nosso ecossistema merece; de fato, não conseguimos nos sensibilizar genuinamente com os atentados diários contra a mãe natureza e alcançar uma consciência ecológica. Reza o mito que o homem antigamente tinha essa consciência… De fato, há uma certa verdade nisso, visto que podemos observar ainda hoje como populações tradicionais (indígenas, ribeirinhos, e etc) possuem práticas e técnicas de manejo que evidenciam uma cultura bem mais sustentável que a do homem moderno-urbano-industrial, mas chutando pra longe qualquer idealização do passado, a verdade é que o homem é interventor por natureza! Se engana quem pensa que o índio – “ser ingênuo, o bom selvagem” – não já alterava o seu espaço com queimadas e derrubadas. Gosto da visão bíblica de que somos co-criadores, isto é, administradores dessa grande oca deixada para nós! E de fato Rissut, não adianta só blá-blá-blá de pretensos conscientizadores com suas palestras maçantes, a mudança efetiva de conduta passa por um necessário “choque” causado na vida ordinária do cidadão, como por exemplo, as punições que mexem no bolso! É comprovado cientificamente que medidas assim têm eficácia garantida. Então temos que aliar conscientização, sensibilização, vigilância, governança e multa no cidadão equivocado!

    • Thiago Rissut

      Sem dúvida… o homem traz consigo essa característica, que você bem definiu como interventor, há muito. E retirar isso é utópico e irreal.
      A questão está no respeito.
      A utilizada terra, da água, ou de qualquer recurso, pode ser feito de maneira sustentável. Mas quando bate no dinheiro e na ganância… aí um abraço..
      Impede até a medida mais eficaz de controle.. a multa… rs
      Mas a questão do lixo.. essa não tem perdão. Pq muitas vezes não passa de preguiça e falta daquele mesmo respeito. A lixeira tá 10 metros de mim, muito longe, deixa aqui mesmo que depois o lixo some. Esse é o lado patético do ser humano.

      Muitíssimo obrigado pelo feedback!!

      Abração