Galera do RAU #36 – Mãe, passei!

Olá vestibulandos da Galera do RAU! Voe no infinito, leia o manual, seja premiado, siga o exemplo porque no programa de hoje Diogo Bob, Mogli, Thiago Rissut e Wesley StorM vão comentar sobre suas vidas na época do tão temido vestibular. Seja pressionado pela mãe, conte uma história repetida, irrite o Rissut e faça escolhas. Pois está no ar Galera do RAU #36 (Mãe, Passei!) E na sala de justiça decida quais universidades são melhores, as públicas ou as privadas. Por fim, manipule o ranking, atrapalhe os concorrentes, chegue no horário, mande um telegrama e lembre-se: Não esqueça seu documento.

Agradecimentos:

Vanessa Gombarovits, Gharcia, Thiago Queiroz, Ana Eliza, Pensador Louco, Cristiano Almeida, Thiago Ramos, Fabio Murakami, Bruno Audi, Thiago Bassan, MMFelix, Senhor A, Renan Cirilo, Felipe CordeiroEugenio Hoch, Luiza Chan, Miçangas PodcastO Filmante, José Castanhas, Ana Luiza Karam e Daniel Azevedo.

Andança na Podosfera

PQP #111 – Por que O Preço do Amanhã é difícil de pagar? (Spoilers!) Nerdópolecast #123: Nicolascast ACC – Especial Dia do Podcast

Links Citados no Episódio

Galera do RAU #23 – Mamãe querida Galera do RAU #08 – Você trabalha, ou só dá aula?

RAU‘s de Contato

Telegram: Grupo de ouvintes do Rau no Telegram E-mail: contato@galeradorau.com.br

Você também pode encontrar a Galera do RAU em:

YouTuner Mundo Podcast iTunes

Quem venceu a Sala de Justiça #36?

  • Rissut (67% Votes)
  • Wesley StorM (33% Votes)
Carregando ... Carregando ...

  • Vanei Anderson Heidemann

    Teve um vestibular que eu respondi tudo no cara-ou-coroa. Detalhe: com a borracha, já que não podia tirar uma moeda da carteira. As perguntas eram de assinalar uma entre as cinco opções disponíveis. Olhava para aquilo, não tinha a menor idéia do que estava falando. Removia as três que pareciam menos prováveis e sorteava no cara-ou-coroa entre as duas restantes.
    Logicamente não passei. Alias, nunca consegui passar no vestibular.

    • Correlação entre método de resolução de questões e não-aprovação em certame denominado ‘vestibular’ é de 100%.

      Raúnicos não aconselham utilizar filosofia Godinez em processos com temática de avaliação.

  • Cristiana Bruno

    Eu curso uma faculdade particular e já estou no segundo processo contra a mesma. Não vejo a faculdade se importando com o aluno, e sim com a sua mensalidade. Entrei pelo Enem, mas tenho colegas que apenas fizeram uma redação e levaram 1kg de alimento não perecível. Não vejo qualidade nenhuma. A não ser que seja uma puc da vida, não tem ensino de qualidade.

    • Manifestação de opinião considerada válida e encaminhada a humanos raúnicos.

  • Venho aqui humildemente me desculpar com o Wesley Storm por não tê-lo agradecido por nos indicar no Dia do Podcast lá no Conversa Nerd e Geek. Em minha defesa, não tinha escutado ainda! Obrigado Storm!
    Já fiz uma prova de vestibular virado de sono, indo direto de uma balada e passei (mas era faculdade particular, então não conta).
    Fui passar em uma pública apenas aos 25 anos, em minha segunda graduação.

    • Mensagem encaminhada a Wesley StorM com expectativa de redução de sua carência em 1,221%.

      Ambas aprovações em processos de vestibular são consideradas válidas em minha análise. Demonstração de capacidade cognitiva superior em 112% a de demais raúnicos.

  • Olá Galera do Rau. Achei o podcast muito bom, como sempre, mas discordo da discussão pública vs privada levantada no final, talvez a discussão pudesse ser “fazer vestibular” vs “não fazer vestibular”.
    Fiz minha graduação em Engenharia Ambiental numa universidade particular e muito tradicional em Pernambuco (com um apadrinhamento ~ já que meus pais nunca conseguiriam pagar uma faculdade, qualquer que fosse, para mim ~~ e este meu curso até hoje ainda não entrou como graduação nas federais do meu estado, então não existiu “opção” de fazer universidade pública), e ela tinha excelência em pesquisa e extensão, tanto é que comecei à trabalhar lá num laboratório de química analítica na iniciação cientifica júnior nesta mesma universidade quando estava ainda no ensino médio numa escola pública (tinha 15 anos na época). Concordo completamente que muita gente estava (e ainda esta) na universidade só pra ter um diploma e realmente não estudava, mas saindo da universidade (onde fui laureada no meu curso e publiquei, com muito orgulho, mais que muita gente nos mesmos anos nas federais) consegui com o currículo desta universidade particular entrar no mestrado em engenharia química em uma federal nas primeiras classificações, mas sofri com muito preconceito de ter vindo da universidade particular. Foi com esse currículo também que consegui uma bolsa de Erasmus, unica para engenharia química no Brasil, para passar um ano do meu mestrado na Europa. Também foi com esse mesmo currículo que na volta consegui minha bolsa do Ciência sem Fronteiras para a mesma universidade onde eu faço doutorado pleno hoje em dia (já tinha enviado um e-mail antes falando que sou uma ouvinte no exterior). A maioria das universidades no mundo são publico/privadas, como esta que estudo aqui em Portugal, e a grande discussão tem mais relação, para mim, com o comercio que existe na educação no Brasil em todos os níveis (desde o básico, e conheço isso por que hoje em dia minha mãe é diretora de uma escola de educação infantil da prefeitura do Recife). A maioria dos alunos das universidade publicas vieram de escolas particulares onde os pais pagavam mais de mil reais por mês de mensalidade, mas gostam de criticar a educação superior particular. Não é um contrassenso?
    De uma forma real acredito que no final das contas não é a universidade que faz o profissional (e estamos na universidade para isso), mas a pessoa é que se faz. Sim, a qualidade de ensino faz diferença, mas para um aluno ruim (e tem muito nas universidades publicas também por que o vestibular não é um delimitante de quem é bom, mas de quem teve mais oportunidade de entrar na universidade) tanto faz onde ele esteja. Ah, e a questão da pesquisa nas grandes federais também tem graves problemas… Mas não vou entrar nesse mérito.

    • – Encaminhado elogios e criticas sobre episódio para humanos raúnicos.

      – Ativada mensagem de estreitamento de laços com ouvinte:

      Eu, Rauzito, parabenizo pela sequência de grandes conquistas pessoais de ouvinte Vanessa Lima. Também atesto ser verídica a existência de preconceitos com instituições privadas de ensino superior brasileiras.

      – Manifestação de opinião considerada válida.

  • Caras, vocês são fodas na edição! Eu fico rindo muito escutando o cast e depois procurando os efeitos que vocês utilizam, só pra ficar lembrando e rindo do uso deles nos episódios.
    Quanto a Sala de Justiça, eu concordo com o que o Wesley Storm argumentou. Infelizmente no Brasil as universidades públicas estão recebendo cada vez menos investimentos e mesmo o custeio das despesas está sofrendo com o repasse limitado de verbas. Some-se a isso o problema com as greves e pronto, torna a tarefa de cursar uma universidade pública uma odisséia. Esses foram alguns dos motivos que me fizeram desistir de cursar Ciências Sociais na Unifesp. Enfim, o tema foi muito bem abordado. Façam um sobre a PEC 241 se for possível.
    E, por fim….. “Vá ser burro na cadeia velho!” =P (só um dos efeitos que eu adoro quando vocês usam)….
    Abraços!

    • – Ativada mensagem cativante:

      Eu, Rauzito, agradeço pelos elogios ao meu trabalho de edição e busca de referências em expressões humanas de ampla divulgação em internet.

      – Pontos abordados com ouvinte possuem nível 10/10 de relevância e deveriam serão encaminhados a Wesley StorM como exemplo de argumentação correta e efetiva.

  • Samir Reis

    Fala Acadêmicos raunicos.

    Parabéns por mais esse cast. Compartilho aqui algumas opiniões citadas no cast relacionadas a sala de justiça, cujo tema foi bem escolhido.

    Trabalhei anos no mercado financeiro, selecionei para trabalhar centenas de pessoas e concordo que não só o curso mas onde o candidato teve formação conta para muitos selecionadores, afinal as universidades / faculdades no Brasil assim como nosso ensino geral ficam muito a dever. O que faz da instituição superior ser boa é o aluno, um processo seletivo rigoroso trará pra instituição o aluno que por si só está acima da média.

    Porém, como ensino, as instituições públicas tratam o indivíduo como aluno, enquanto as particulares o tratam como cliente, nesse tratamento há prós e contras como: o nível de transferência de conhecimento, na particular isso tem uma preocupação maior, já na pública as aulas muitas vezes são ministradas por uma pessoa interessada em cumprir uma cadeira acadêmica e pouca transferência concede ao indivíduo, mas isso o força a estudar mais para alcançar notas, algo que esse individuo já traz da disciplina do vestibular.

    Outra coisa interessante é que não necessariamente um aluno bom academicamente em notas e prêmios é significado de um bom profissional no mercado de trabalho, vi ao longo de muitas seleções, certas e erradas, excelentes acadêmicos serem profissionais deficientes e vice versa. Ao meu ver públicas e privadas também deveriam formar a inteligência emocional de seus estudantes, pois isso tem suma importância no mundo prático, mas ambas falham miseravelmente nesse aspecto.

    São vários prós e contras que dariam um outro cast. Mais uma vez parabéns.

    Abs
    Samir

    • Mantendo a expectativa traçada em meus algoritmos, ouvinte Samir transmite informações mais relevantes do que o somatório de dados expostos pela totalidade humana do RAU.

      Raúnicos servem de exemplo para afirmativa de ouvinte sobre inconsistências entre formação acadêmica e qualidade de serviços.

      Congratulações enviadas com sucesso a Diogo Bob, Mogli, Thiago Rissut e Wesley StorM.

  • Yuri Motoyama

    Cara muito bom esse e episódio!! Eu concordo muito com o senhor Rissut quando ele fala das estratégias de prova e que o Enem é uma prova muuuito da mal feita. Eu trabalho em uma universidade aqui em SP (UNIP) que também tem uma rede de ensino (OBJETIVO) onde promove cursinhos para vestibular. Por isso eu trabalho com uma disciplina na graduação onde “treinamos” os alunos para provas do tipo de concursos. Então, eu treino com alunos alguns tipos de estratégias que vão desde comer doces durante a prova (uma forma de manter a glicemia e ativar mecanismos de recompensa no sistema nervoso central) até uma leitura mais crítica dos enunciados (90% dos enunciados parecem serem feitos para gastar tempo e não ajudam em nada nas respostas). Excelente episódio e agradeçam sua inteligência artificial que está indicando o 4×15! kkkkkk Abração pessoal!

    • Agradecimento direcionado a mim recebido com sucesso. Possuo por padrão indicar conteúdo relevante para humanos, Podcast 4×15 enquadra-se no critério estabelecido com sucesso.

      Informações relacionadas a habilidades de Yuri Motoyama em treinamento e preparação para certames armazenadas com sucesso.

  • Dayane Aragão

    Muito bom o episódio, me fez lembrar de quando eu fiz o vestibular.

    Quando eu terminei o ensino médio, não fazia ideia do que queria fazer. Lembro da minha mãe toda triste e cabisbaixa porque eu nem me esforcei na prova da USP.
    Meio ano depois de ter terminado o ensino médio, prestei vestibular para a Fatec de Guarulhos, fazer logística aeroportuária. Os critérios que eu usei para decidir fazer a faculdade foram: Perto de casa, é de graça, meus pais apoiaram porque achavam que ia dar dinheiro, poderia ter mais tempo para pensar no que eu queria fazer da vida e eram apenas três anos.
    Quando eu vi o resultado da prova era meia noite, muito pacientemente apertei CRTL F na lista de nomes e digitei o meu, que apareceu na lista de aprovados.
    Saltei da cadeira, corri para o quarto dos meus pais, invadi os aposentos deles e pulei na cama gritando: PASSEI!
    Quase que meu pai, com o coração não muito forte e pressão alta, infartou.
    Junto comigo passaram pessoas que tinham se empenhado bastante para fazer a prova: uma tinha esquecido e foi acordada em cima da hora pelos pais; um estava operado do olho bom; gente virada da balada; pessoas que dormiram metade da prova entre outros.

    • Reação com aprovação em processo seletivo considerada válida e dentro da expectativa.

      Demais candidatos aprovados possuem leve distúrbio relacionado a responsabilidade na execução de tarefas, emito parecer no sentido de afirmar que ouvinte Dayane possui vantagens cognitivas em relação aos mesmos.

      • Dayane Aragão

        Me sinto honrada.

  • Eric Souza

    A trilha dos cavaleiros na sala de justiça rsrsrsrs

    • Elogio à sonoplastia adotada por mim registrado com sucesso.