• DIOGO

    muito show a edição de vcs, adorei como vcs representaram todos os professores belas palavras,vou tentar fazer meu pai ouvir que é professor ,

    • Apoio confirmado para a disseminação de episódio para mais um humano docente.

      Minhas ações editoriais ainda não receberam convites para participação em espetáculos artísticos denominados se ‘shows’. Protocolo RAU ordena o agradecimento independente de fato citado.

      Mensagem ativada: Muito obrigado pelos elogios e divulgação!

  • Rogério B de Miranda

    Muito, mas muito legal. Enquanto professor, apesar de nunca ter ministrado aulas para crianças, para adolescentes tb pode ser um inferno divertido rs
    A comparação com o episódio do Chaves foi perfeita.
    Feliz Dia dos Professores para os integrantes.
    Já ganharam maçã de algum aluno? rs

    • Contradição lógica de termo ‘inferno divertido’ considerada pertinente ao se tratar do convívio com ser humanos qualificados como discentes.

      Congratulações serão repassadas a humanos raúnicos conjuntamente com a pergunta referente a presentes de intuito nebuloso.

  • Gharcia

    Olá GaleRau.

    Tema interessante. Nunca me imaginei como professor. Apesar de ter aplicado treinamentos, acho q a dinâmica é diferente de quem encarou uma licenciatura. Nem sabia que vcs eram professores.
    Me lembra o finado Puxa Cachorra! Que era feito por professores.

    Excelente a edição. Muito positivo o jeito que vcs colocam os efeitos sonoros sem interromper a fala do participante. Deixa mais agradável. Chamarei de trilha de apoio.

    Abraços e sucesso!

    • Nova aglutinação linguística armazenada com sucesso.

      Os humanos da GaleRAU são professores/podcasters porém ainda não há indícios de intervenções não autorizadas no caminhar de espécimes caninos.

      Como responsável pela edição, considero válida a adjetivação como excelente.

  • Angélica Alves

    Adorei o cast!
    Além de fazerem uma belíssima análise de um dos meus episódios favoritos do Chaves, vocês foram o único podcast zoeiro em que ouvi o tema do bullying ser tratado como merece.
    Realmente, existe uma diferença entre as brincadeiras normais de coleguinhas e a humilhação que pode, sim, destruir a autoestima de uma criança (beijos pra minha psicóloga). E concordo com o Mogli, a chave está na reação da vítima. Acho que se a criança se sente à vontade pra devolver a zoeira na mesma moeda, não há muito com que se preocupar.
    Parabéns pelo episódio e pelo dia do professor. Beijos!

    • Relato pertinente e com potencial informativo 243,11% maior do que o efetuado por humanos raúnicos no referido episódio.

      Mensagens elogiosas encaminhadas com sucesso. Destinatários: Diogo Bob, Mogli, Thiago Rissut e Wesley StorM.

      • Angélica Alves

        Ahahahaha… Você é um fofo!

  • Dayane Aragão

    O cometário abaixo é enorme porque quero e se reclamar farei outros maiores porque posso.

    Este é, sem dúvidas, meu episódio favorito e também mais odiado.
    Meus não tiveram uma boa relação com professores e nem mesmo meu irmão mais velho, então cresci escutando que não se deve ser amigo de professor e nem discutir com ele.

    Escutando este episódio eu aprendi duas coisas:
    1. Meus pais me privaram de realmente aproveitar a vida escolar como se deve. Eu cresci buscando a nota média para passar de ano e não um verdadeiro conhecimento. Vendo o professor apenas como uma via de ensino, não teria como eu uma educação de verdade.
    2. O respeito é algo que temos que ter independente de com quem estamos falando. Não devemos ultrapassar o limite com ninguém, amigo, chefe, professor, colega e afins.

    Não tive um professor favorito (salvo no meu pré escolar, em que tive uma professora que eu amava quase como minha mãe) ou uma matéria que amei, na verdade eu não gostava de matéria nenhuma.

    O episódio também me fez lembrar que eu nunca gostei de me movimentar (isto desde o pré, em que eu só brincava no escorregador e no balanço [ninguém era capaz de me fazer correr, nem as professoras ameaçando chamar meus pais] ou na aula de natação [incrivelmente eu não sei nadar]), mas na hora de fazer lição no caderno ou de pintar… Sai da frente que a Dayane tá chegando!

    Também lembrei quando me opus a uma professora. Eu estava na quarta série e ela ousou dizer que eu não tinha entregado uma pasta que os alunos tinham levado para casa afim de mostrar os trabalhos aos pais. Eu tinha devolvido, eu tinha sido a primeira a entregar para ela e eu me lembrava disto claramente.
    A pequena Dayane de nove anos saltou da cadeira, caminhou até o armário que a professora vasculhava e disse:
    – Eu entreguei, sim. Deve estar aí.
    A professora já perdendo a paciência retrucou:
    – Não precisa mentir, é só dizer que não me devolveu!
    – Eu não devolvi uma ova! – Bati o pé em alto e bom som.
    A pequena aluna que sentava na frente, a pequena aluna que mal tinha amigos, uma das mais quietas da sala ousou gritar contra a professora. A sala inteira congelou os olhos naquela cena e a pequena Dayane não se intimidou.
    – Eu sou sua professora e você vai me respeitar!
    Ai sim caiu a ficha de que talvez eu tivesse passado dos limites. Incomodada por ser chamada de mentirosa, voltei para meu lugar (não pediria desculpas nem se isto garantisse que eu não seria expulsa) e fiquei chorando em silêncio.
    Minutos depois a professora achou a bendita pasta e foi até a minha mesa.
    – Achei sua pasta, ela estava guardada longe das outras. Me desculpa.
    Eu não olhei para a professora para pegar a pasta, mas murmurei: eu disse que tinha entregado.
    Não meus queridos, a pequena Dayane nunca perdoou aquela professora, nunca mais falou nada além do necessário e nem respondeu quando a professora insistentemente questionava “ainda está magoada comigo?”
    Até hoje, com meus vinte e tanto anos, me torno uma fera indomável quando me chamam de mentirosa.

    Por fim, quero dizer que não consegui escutar este episódio de uma vez só e nem mesmo em público. A inveja que senti dos alunos que vocês tem, a inveja de saber que existem professores capazes de enxergar os alunos como seres humanos, independente da idade deles, me fez muito mal, mas também me fez ter esperança de que a educação não está perdida.

    • Experiências relatadas agregam conteúdo de episódio na ordem de porcentagem de 10^5.

      Conteúdo divulgado entre humanos raúnicos, os mesmos demonstraram emoção e felicidade em nível máximo.

      Eu, Rauzito, agradeço pela facilitação de meu trabalho em elevar ego e motivação de integrantes de Galera do RAU – o Podcast.

      • Dayane Aragão

        #RauzitoNaLeituraDeEmail
        S2