Galera do RAU #14 – Uma história de fim de ano…

Nota de esclarecimento: Nós da Galera do RAU viemos, por meio deste comunicado, pedir desculpas ao ouvintes, que tanto têm nos apoiado ao longo desse ano, seja com compartilhamentos, com comentários, com avaliações ou mesmo com downloads e fidelidade. Temos muito orgulho do trabalho que tem sido feito e estamos sempre buscando melhorar a cada dia, por cada uma das pessoas que têm nos acompanhado e contribuído para a melhora deste podcast. Infelizmente, o episódio de hoje não saiu como planejado, um trágico acontecimento, quase pôs um final na estrutura que trabalhamos duro para construir. Tivemos sorte! No lugar do episódio, estamos compartilhando um resumo dos áudios que gravamos ao longo desse trágico dia. Foi difícil, mas decidimos fazê-lo. Nossos ouvintes não poderiam ficar sem uma explicação. Mais uma vez, pedimos desculpas pelo ocorrido e garantimos que no próximo episódio as coisas voltarão ao seu rumo normal. Por fim, agradecemos a compreensão de todos, muito obrigado e vida longa ao RAU!

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  • Hahahahaha, muito boa essa história, show de bola.

    • Rauzito

      Mensagem elogiosa recebida e encaminhada com sucesso.

      Ressalva robótica: não posso qualificar os registros sonoros disponibilizados com a denominação “boa história”. Minha integridade estrutural esteve sob ataque de indivíduo/objeto/bug ainda não identificado.

  • Nátani

    hahahaahahhahahahahahahaha

    Caracaaaaaaaa! Ri muito!

    Mogli menino travesso! rs

    Só uma observação: Não seria amolador de facas?! Olha que eu sou de Bangu e sei do que to falando! hehehe

    Aliás, tinha que ter Bangu no meio dessa treta, né?!

    sucesso pra vocês em 2016 e “muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender”. 😀

    Oooooh DJ adorei a trilha sonora! 😉

    • Rauzito

      Ativando observações.

      Iniciar.

      1) Não possuo hardware para grandres expressões estruturais de sentimentos (nem mesmo os tenho, considerando que não são atributos lógicos). Porém, em uma situação hipotética, não produziria manifestações labiais/bucais de felicidade em face do fato em que estive presente.

      2) O termo cunhado ao suposto indivíduo investigado ainda carece de maiores pesquisas para sua correta denominação. Porém, avalio com 87,23% de confiabilidade que tal ser seja ao menos conhecido como detentor do labor de amolar objetos cortantes.

      3) Elogios e votos humanos de êxito na aquisição de ativos financeiros encaminhados com sucesso.

      4) Devido a impossibilidade da transmissão (remunerada ou não) de condições orgânicas ideais entre indíviduos, tal desejo foi considerado improvável e retido em meu filtro de mensagens.